Filas
Filas de mensageria (SQS, RabbitMQ, Kafka e afins) são parte crítica da confiabilidade, mas costumam ficar fora do radar. O Tear.ia descobre suas filas, correlaciona cada uma ao serviço que a consome e acompanha seus limiares de saúde.
Descoberta e vínculo fila ↔ serviço
Cada fila descoberta é associada ao workload responsável por ela. O vínculo pode ser:
- Automático — a partir de padrões declarados no
.titlis/service.yamldo serviço ou de variáveis de ambiente do workload que referenciam a fila. - Sugerido — a plataforma propõe o serviço mais provável e você confirma.
- Manual — você vincula explicitamente a fila ao serviço na tela da fila.
Vincular a fila ao serviço faz com que a saúde da fila componha a visão de confiabilidade daquele serviço.
A tela de Filas
Em Filas (menu lateral) você vê a lista de filas descobertas com:
- Serviço vinculado (ou a sugestão de vínculo, quando ainda não confirmado)
- Profundidade / backlog atual
- Estado frente aos limiares configurados
Ao abrir uma fila você acessa seus limiares (thresholds), o vínculo com o serviço, as sugestões de correlação e o scorecard da fila.
Limiares (thresholds)
Defina, por fila, os limiares que caracterizam saúde vs. risco — por exemplo, profundidade máxima aceitável de backlog ou idade da mensagem mais antiga. A fila é sinalizada quando ultrapassa os limiares definidos.
Dúvidas comuns
De onde vêm as filas? Do discovery multi-fonte. Filas expostas via Datadog/cloud são descobertas e aparecem para vínculo com os serviços.
Uma fila sem serviço vinculado atrapalha? Não — ela aparece como "órfã" até você confirmar o vínculo (ou aceitar a sugestão). O vínculo só melhora a visão de confiabilidade do serviço.
Próximos passos
- Termômetro de Confiabilidade — como a saúde da fila entra no serviço
- Cobertura de Observabilidade — o que está e o que não está monitorado